Jung e a Interpretação dos Sonhos

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Os sonhos, chamados, por alguns, de língua esquecida de Deus e, por outros, de mensagens do demônio, durante muito tempo foram considerados bons ou maus presságios do futuro.

A crença moderna, porém, de que estão diretamente relacionados com a psicologia de cada um e com as atitudes e os padrões de comportamento de quem sonha deve-se ao trabalho pioneiro do psiquiatra suíço C. G. Jung, que introduziu a ideia de que nos sonhos o inconsciente emerge de uma forma muito clara.

Esse é um guia prático e abrangente para a compreensão dos sonhos com base nos princípios da Análise Psicológica de Jung.

Aqui, o modelo da psique segundo Jung é discutido de forma concisa, com muitos exemplos clínicos de sonhos e do modo como eles podem ser interpretados em seu contexto. Atenção particular é dada aos temas comuns e repetidos nos sonhos (quedas, perseguições, casas, carros, mortes, mágoas, casamentos, o fim do mundo, os símbolos sexuais etc.), aos sonhos traumatizantes, à função intencional e compensatória dos sonhos, aos sonhos que prognosticam doenças ou mudanças físicas e ao modo como os sonhos estão relacionados com a etapa da vida e com o processo de individuação de quem sonha.

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